quinta-feira, 25 de novembro de 2010

TIJUQUINHA

A TIJUQUINHA, uma das comunidades mais ativas do Itanhangá, possui intenso comércio que cresce a cada dia, requer cada vez mais espaço para carga e descarga de mercadoria, mais vagas de estacionamento para fregueses de bares, restaurantes, farmácias, academias, salões de beleza etc. Possui ainda várias oficinas mecânicas que ocupam mais espaço público com frequente entrada e saida de veículos. Uma escola pública e uma creche provocam movimento de mães e crianças que exigem cuidados especiais na entrada e saida e na travessia da rua, além do movimento intenso de pedestres em geral durante o dia todo. Grande é o número também de veículos de moradores que ocupam ruas internas e a pista principal visto que a maioria das residencias não tem garagem. E, para piorar, a prefeitura tolera estacionamento sobre o canteiro central e não combate eficazmente o estacionamento irregular nos locais proibidos.

Em resumo, não há espaço público para tão alta concentração de moradores e de comércio num local em que não há sequer infra-estrututa básica. Isso acaba afetando diariamente a fluidez do tráfego de veículos e a vida de milhares de pessoas que forçosamente tem que passar pelo local.
 
A situação está intolerável com engarrafamentos até a Muzema nos horários de pico. Os moradores querem que a prefeitura estude e implemente projeto para solução definitiva do problema. E não há meia-solução para o problema.
 
 

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